domingo, 12 de julho de 2009

Normas melhoraram relação médica no trabalho

A relação entre medicina do trabalho e Otorrinolaringologia em prol da assistência ao trabalhador melhorou após a implantação das Normas Regulamentadoras NR7 e NR9 do Ministério do Trabalho, que permitiram o diagnóstico precoce e medidas de prevenção. “Estamos vivendo um bom momento no controle da perda auditiva ocupacional, dispomos de informação e de legislação suficientes para administrar com competência os programas de conservação de audição disponíveis. Se alguma perda auditiva ocupacional ocorrer, certamente houve alguma falha na execução do programa”, diz o otorrinolaringologista Everardo Andrade, da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial).

Para ele, a maior dificuldade de regulamentação ocorre com as empresas de pequeno porte, que não disponibilizam recursos para executar os programas. De difícil controle, o ruído social, que se soma ao ocupacional, é o problema a ser resolvido, principalmente nos grandes centros urbanos. “O grande problema, hoje, é com o ruído social, que afeta não só os trabalhadores, mas toda a sociedade”, diz.

Problemas de saúde persistem

Há 30 anos, a capa do gibi da primeira semana de saúde do trabalhador, organizada por cerca de 50 sindicatos em São Paulo, citava problemas que ainda existem, como a silicose."Nessa época, o Brasil era campeão mundial de acidentes de trabalho, com 1 milhão de casos por ano. Agora, estamos com quase 700 mil acidentes anuais. Ou seja, voltando à marca de 30 anos atrás", analisa Wilson Cesar Ribeiro Campos, coordenador técnico do Diesat (Departamento Intersindical de Saúde do Trabalhador). "E com problemas mais desafiadores, como o da saúde mental e o do assédio moral."Espécie de endurecimento do pulmão por problemas respiratórios, a silicose ainda necessita de políticas públicas e privadas para ser evitada.Recentemente, por exemplo, o governo proibiu o corte a seco de mármore, já que esse processo emite uma quantidade maior de poeira. Os empregadores têm até agosto deste ano para se adequarem às regras

Fonte: Folha de S. Paulo - 5/7/2009

LER custará R$ 2,1 bi à Previdência este ano

LER custará R$ 2,1 bi à Previdência este ano

Fonte: Folha de S. Paulo

Os movimentos repetitivos que desgastam ossos e músculos dos trabalhadores brasileiros vão custar cerca de R$ 2,1 bilhões à Previdência Social neste ano. O valor equivale, por exemplo, a um quinto do investido no Bolsa Família em 2008.

A LER (Lesão por Esforço Repetitivo) teve sua identificação por peritos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aumentada em 586% entre 2006 e 2008. Os casos passaram de 20 mil em 2006 para 117,5 mil em 2008. A pressão por metas e as condições inadequadas, ressaltam especialistas ouvidos pela Folha, são os principais motivadores da doença.

O salto no reconhecimento da LER pode ser explicado pela implementação, em 2007, do NTEP (Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário).

Em linhas gerais, o NTEP é uma relação entre atividades profissionais e suas doenças mais comuns. Antes de ele ser estabelecido, cabia ao profissional provar que a doença estava ligada ao trabalho.

Agora, a empresa passa a ter de provar que ofereceu condições para que o empregado não adoecesse. Assim, a associação entre enfermidade e trabalho tornou-se quase automática.

"Grande parte desses números é proveniente do setor de serviços", afirma Remígio Todeschini, diretor do Departamento de Políticas Públicas de Saúde e Segurança Ocupacional da Previdência Social.

Há, contudo, quem considere que o salto entre 2006 e 2008 ainda não reflita a realidade. Para Walcir Previtale, secretário de saúde do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, há subnotificação dos casos.

"O nexo não é respeitado pelos peritos, que também não fundamentam os laudos", diz.O presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos, Luiz Carlos de Teive e Argolo, rebate afirmando que "cabe ao perito reconhecer ou não o nexo, e é obrigação dele dar um laudo bem fundamentado".

Trabalhador há 20 anos do setor bancário, G.B. sofre de LER e afirma ter piorado após sair da reabilitação do INSS. Segundo ele, voltou para a mesma função, de caixa de banco. Com o esforço, o tendão do ombro se rompeu.

Acidentes pesarão mais no caixa das empresas

Fonte: Folha de S. Paulo - 5/7/2009

Brasil e Equador trocam experiências no combate trabalho infantil

Fonte: ACS - PGT
Brasília/DF - O procurador-geral do Trabalho, Otavio Brito e o vice-procurador geral do Trabalho, Jeferson Coelho, receberam na sede do MPT, em Brasília, dia 8, o vice-ministro de Trabalho e Emprego do Equador, AB. Tito Palma Caicedo, o diretor de relações públicas da Exploflores, Juan Reece Dousdebés, e a inspetora do Trabalho do Equador, Maria Augusta López. A visita teve o objetivo de promover o intercâmbio de boas práticas no combate ao trabalho infantil.
“O MPT é o único Ministério Público Social no mundo, e vem servindo de paradigma para diversos países interessados em conhecer nossa Instituição e sua atuação”, afimou o procurador-geral Otavio Brito.
Segundo o vice-coordenador da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância), procurador Rafael Dias Marques, o MPT poderá dar a contrapartida brasileira no projeto apresentado pelo Equador, no que diz respeito ao aperfeiçoamento do sistema de inspeção do trabalho infantil naquele País.
Grupo de Trabalho
Em 2009, o MPT recebeu convite da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para integrar grupo destinado ao planejamento e elaboração de projetos no marco da iniciativa SUL-SUL de Combate ao Trabalho Infantil.
A iniciativa faz parte de esforço internacional realizado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil e pela OIT a fim de difundir, entre os países membros da Organização, práticas que contribuam para o combate ao trabalho infantil.



Fonte: ACS - PGT - 9/7/2009

segunda-feira, 6 de julho de 2009

parabéns!!!!!!!!!

é com muito prazer que o blog tstmacau Parabenisa a todos da turma TS4B Macau pela conclusão do curso técnico em segurança no trabalho.

é dois anos e alguns meses juntos vão deixa muita saudades a todos nós que fizemos parte desta turma, foram muitas alegrias, tristeza só quando as notas eram baixas mais nada que uma boa discussão com os professores não resolvesse.
a parte fácil já passou agora é que vem o mais complicado e só a vida poderá nos mostra se somos capazes de exerce o nosso trabalho com competência e humildade.
lembrem-se sempre a vida e igual a rapadura é doce mais não é mole.
boa sorte a todos nessa batalha e que DEUS nos abençoe
misael misac

sexta-feira, 3 de julho de 2009

dicas de segurança no lar parte 2 choque elétrico

Choque Elétrico
Muitas pessoas não sabem, mas um choque elétrico pode matar. Aprenda a evitá-lo.
O choque elétrico pode ser fatal.

  • Nunca mexa na parte interna das tomadas, seja com os dedos ou com objetos(tesouras, agulhas, facas, etc.).
  • Nunca deixe as crianças brincarem com as tomadas. Vede todas as tomadas com protetores especiais ou um pedaço de esparadrapo largo.

  • Ao trocar lâmpadas, toque somente na extremidade do suporte (de porcelana ou plástico) e no vidro da lâmpada elétrica. Se possível, desligue a chave geral antes de fazer a troca.


  • Nunca toque em aparelhos elétricos quando estiver com as mãos ou o corpo úmidos.
  • Não mude a chave de temperatura (inverno - verão) do chuveiro elétrico com o corpo molhado e o chuveiro ligado.
  • Mantenha os aparelhos elétricos em bom estado. Não hesite em mandar consertá-los sempre que apresentarem problemas ou causarem pequenos choques.
  • Verifique sempre os fios elétricos que ficam à vista. Com o tempo, a sua capa protetora se desgasta. Nunca deixe um fio elétrico descoberto.


  • Instale o fio de terra em chuveiros e torneiras elétricas.
  • Ao manusear objetos metálicos, tenha cuidado para que não esbarrem em nenhum cabo elétrico aéreo.
  • Nunca pise em fios caídos no chão, principalmente se a queda foi conseqüência de uma tempestade.

Proteja-se e viva bem com a eletricidade.
Ela não foi criada para causar choques.

drakmam - dicas de segurança

poera explosiva - uma postagem sugerida por ivandir cabral

POEIRA EXPLOSIVA

Todos vocês já leram ou ouviram relatos sobre explosões de poeiras e sabem que muitas poeiras podem explodir se houver corretas condições para tal. Como qualquer um de nós pode passar por uma situação como esta, hoje falaremos sobre isto.
À poeira de qualquer substância que possa ser mantida queimando quando você coloca fogo explodirá sob as circunstâncias certas. Duas coisas são necessárias para esta explosão: a poeira deve ser fina o suficiente e deve ser misturada a quantidade certa de ar.
A poeira não explodirá quando estiver no chão ou em camadas sobre as coisas. Mas se você chutá‑la um pouco, formando uma nuvem no ar, você terá uma condição explosiva. Adicione uma centelha ou uma chama a esta condição e ela poderá explodir.
Para explodir a poeira tem que ser fina o suficiente para pegar fogo facilmente. A poeira de madeira, por exemplo, não precisa ser tão fina quanto a poeira de carvão.
As partículas de poeira tem que estar próximas o bastante para que se obtenha a quantidade certa de oxigênio para queimar.
Os pós de metais podem ser explosivos se forem finos o bastante para passar através de uma tela de 500 mesh.
Estas poeiras são explosivas da mesma forma que a madeira e o carvão. Pós de magnésio, alumínio e bronze são muitos explosivos.
Sempre que uma poeira explosiva é lançada no ar, a mistura certa com o ar provavelmente ocorrerá em algum ponto da nuvem formada - durante um segundo ou dois pelo menos. Nestes casos, você terá o necessário para a ocorrência de um incêndio ou explosão.
Se houver muita poeira a sua volta, você terá duas explosões e um incêndio. A primeira explosão geralmente é pequena, mas lança mais poeira no ar. Aí acontece a explosão maior e mais perigosa.
A poeira em áreas abertas criará apenas uma grande labareda. Em espaços fechados, como numa mina de carvão, a poeira poderia produzir pressões que nenhum bloco de concreto suportaria.
Os edifícios novos, que alojam processos e que apresentam este risco, assim como moinhos, elevadores de cereais e oficinas de usinagem de metais, são projetados com seções de paredes ou teto que se abrem e deixam a pressão sair, antes que atinjam um nível muito alto.
As explosões de poeira podem ser evitadas se os três princípios abaixo forem aplicados:
- Mantenha a poeira separada do ar o máximo possível;
- Não deixe a poeira se acumular, limpando-a sempre;
- Mantenha as fontes de ignição afastadas.
Para limpar poeiras explosivas, use uma vassoura de fibra macia ou um aspirador de pó - nunca use vassoura ou espanador do tipo doméstico.